segunda-feira, 3 de março de 2008

NOTíCIA DO DIA

CGU deve concluir que Matilde não agiu de má-fé

As primeiras informações da auditoria feita pela Controladoria Geral da União (CGU) são de que a ex-ministra da Igualdade Racial Matilde Ribeiro não agiu de má-fé ao usar o cartão corporativo numa compra de R$ 461,16 num free shop e ao gastar R$ 175,4 mil em aluguéis de veículos entre agosto de 2006 e dezembro de 2007. As explicações dadas pela ministra à CGU estão em fase final de avaliação, mas, a princípio, foram consideradas satisfatórias.

Sobre a compra no free shop, Matilde teria justificado que confundiu o cartão do Banco do Brasil do ministério com seu cartão pessoal da Caixa Econômica Federal, ambos da mesma cor. No caso do aluguel de carro, a explicação foi que a secretaria tentava fazer a licitação, mas não teria conseguido fechar um contrato. Os gastos de Matilde com aluguel de carros eram sistemáticos e, em geral, na mesma empresa. Quando estourou o escândalo, seu cartão acumulava despesas totais de R$ 171,5 mil.

Ao contrário da CGU, o Ministério Público pretende investigar a compra no free shop. Os procuradores querem saber por que Matilde fez a compra em outubro, mas só devolveu o dinheiro em janeiro. Preocupados com o desgaste no caso, a Casa Civil e o Gabinete Pessoal da Presidência convocaram reunião com secretários-executivos dos ministérios. O objetivo foi pedir mais atenção dos usuários dos cartões, principalmente a partir de amanhã, quando entra em vigor novo decreto restringindo o uso do instrumento. As informações são do jornal O Estado de S. P.

O que eu vou dizer ?? Tadinha da Matilde, foi tudo um engano. Pobre ex-ministra distraída... pobre povo brasileiro...

2 comentários:

Fábio disse...

Hellooooooooo! Ela é ministra da Igualdade RACIAL, não MONETÁRIA! Que gente ignorante!
Dá vontade de chorar. Sentar no cantinho e chorar, de cantar a canção do exílio, de dizer: - Por favor me levem pra bem longe daqui!
É triste dizer, mas eu, em toda minha vida, não gastei esse dinheiro. Se ele fosse usado ainda em prol do crescimento do país, ou para matar a fome, a sede, para ter justiça, para fazer um reforma tributárai decente. Mas não foi gasto em compras pessoas e em aluguel de veículos. Com esse dinheiro daria para comprar um quantia extravagante de carros e ainda pagar o salário durante anos para um chofer, se assim ela quisesse. Tem cabimento? Precisaremos entrar em uma ditadura? Deixo a pergunta para reflexão...

freefun0616 disse...

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